Cidadãos! Direita, Esquerda: Volver. Parte 1
O tÃtulo tem como objetivo evocar a consciência das pessoas para os direitos e propriedades de invenções e escritos. Resolvi dividir o artigo em duas parte para poder desenvolver com liberdade.
Até o final dos artigos, quero provar que o propretário e destino final de qualquer creação (criação), invenção ou inspiração, será sempre o benefÃcio de toda humanidade.
Galileu Galilei lançou as bases fundamentais para os cientistas futuros pensarem a respeito da relatividade das coisas. As denominadas transformadas de Galileu são bem simples, mas um tanto revolucionárias para sua época, resume-se na fórmula: x´=x- vt, sendo que t=t’ . Mais tarde, entre outros, Lorentz extendeu este pensamento, criando uma teoria tão complexa que não teve coragem de publicá-las, guardando-as nas gavetas da ciência.
Já no século XX, Einstein numa competição frenética com fÃsicos e matemáticos, segundo ele mesmo, inventou a TEORIA DA RELATIVIDADE, que nada mais era em minuciosidades como os escritos de Lorentz (Hendrik Antoon Lorentz ).
Estava armada a confusão… – Albert Einstein, plagiou Lorentz? Foi uma acusão feita pela maioria dos cientistas sensatos. Einstein jurou de “pés juntos” que inventou tudo e nunca tinha lido os escritos de Lorentz, piorando mais ainda sua situação, primeiro porque estudar fÃsica era o mesmo que estudar Lorentz e como alguém que trabalhara tanto anos no departamento de patentes, não conhecia…
Antes de continuar, deixo uma retórica. De quem é a autoria da teoria da relatividades das coisas e eventos? Galileu o primeiro? Todos os outros com seus sacrÃficios? Ou Einstein? Ou são todos juntos?
Quando eu tinha mais ou menos uns 4 ou 5 anos, ouvi alguém conversando com meu pai sobre extraterrestres e DISCOS VOADORES. Quanto aos ETs não dei bola, mas o assunto despertou minha atenção para a existência de uma nave espacial. Eu passei vários dias imaginando uma coisa daquelas. Um dia fundindo a cuca de tanto tagarelar mentalmente, veio-me uma idéia, para ser mais preciso uma imagem: – Vários discos acoplados sem se tocar criando um vácuo entre si girando em alta velocidade, uns fios aqui e outros alà e quando os colocados num aparelhos provocariam o efeito nulo da gravidade.
Aquele turbilhão de imagens e pensamentos cessaram quando eu vi um avião dos militares no céu, aparentemente me satisfiz… e só pensei naquilo de novo esporadicamente. Sobre alguns aperfeicoamentos nos aparelhos…
Mais de duas décadas se passaram… numa daquelas tardes sem umidade, quando eu ocupava meu ócio lendo revistas de fÃsica na universidade, gelei com uma matéria. Meu corpo paralisou, senti um frio incomodo no umbigo e pensei – Fui roubado!!?? Pode alguém roubar o pensamento de outro?!!!
Então, após passar o choque, recompuz-me e formjulei perguntas e respostas mais elegantes e sensatas para aquela situação. – Cientistas acidentalmente num laboratório australiano haviam descorbeto a SUPERCONDUTIVIDADE. A revista explicava sobre o processo e condições. O conceito exposto na revista, em detalhes minuciosos, era exatamente o que eu tinha visto na minha cabeça há muitos anos antes mesmo de passar pela cabeça de qualquer pessoa.
Na minha visão as imagens que surgiram eram mais práticas e mais complexas, estavam voltadas para uma nave espacial. O coneito apareceu com bases em eletromagnetismo, energia atômica e relatividade. Não era supercondutividade, como no conceito dos cientista, mas um gerador de antigravidade e nulidade gravitacional.
Ainda bem que este artigo é uma crônica livre, pois se eu contasse sobre outras óticas, além de ser chamado de mentiroso, provavelmente teria que me retratar publicamente…
Continuará…




