Misteriosamente, o Amor

O dharma de certos Homens não muda. Muitos têm comprovado dolorosamente em decepções esta verdade. Ainda mais quando aquele que protege o dharma, é protegido pelo dharma, lei básica universal, uma ação isolada neste mundo, equilibra-se por si, pela força contrária gerada.

encarnações de moises, encarnações de jesus, o avatar encarnado, maitreya o avatar do futuro

A fênix

Certa vez, há aproximadamente 5000 anos atrás, no Egito, nasceu numa condição considerada inferior, um ser especial no seio de uma família hebraica. Os sábios iniciados, príncipes e homens sagrados, viram esta estrela descer e encarnar num corpo hebreu.

Os monarcas, sábios, profetas, magos e toda gente da corte egípcia, decidiram educar aquele ser tão sublime, tão profetizado para ser o faraó daquela civilização atlante.

Então, eles o tiraram da escravidão e levaram o menino de sua família hebreia para o seio do poder egípcio. Adotaram-no e o educaram conforme seus interesses e costumes. No intercurso, nasceu um outro menino, o primogênito filho do faraó. Como havia de ser e porque sempre foi assim, a elite, os monarcas, os sábios, e altas autoridades egípcias, previsivelmente ignoraram os sinais siderais e inclinaram suas atenções ao legítimo. Assim, no coração do Egito, os dois cresceram juntos, do mesmo jeito que crescem juntas as duas serpentes do caduceu de hermes.

Assim como é a fruta da árvore da vida que está bem à altura das mãos do homem, é o poder divino. Quem colher a fruta proibida deve saber que junto dela vem inseparavelmente a Serpente. Aquele que possuir a fruta precisa ter o dom de conviver com esta serpente extraordinária, arcar com as consequências do abismo. Mas nem sempre é assim: as pessoas, mesmos as sábias, costumam ver as coisas divinas como instrumentos a serviço dos interesses egoístas e frívolos dos homens.

A fim de tirar o hebreu, considerado de origem inferior, do caminho do jovem príncipe, considerado de ascendência superior, aquela elite egípcia decidiu armar uma cilada para destruir a pobre e indefesa besta. O assassinato de um “homem superior” foi arquitetado. As leis precisam ser cumpridas, assim o homem recebeu seu castigo, sendo lançado fora do Egito pelo crime. Deixando então o caminho livre para o príncipe, já que o pobre hebreu não mais lhe imputava qualquer ameaça, pois a lei é a lei.

Fato curioso aconteceu na minha cidade natal quando ingressei na escola. Uma comitiva de altas autoridades brasileiras, não sei ao certo se foram dez ou sete grandes aviões aterrisaram naquela pequena cidade. Naqueles aviões, disseram-me, estavam os ditadores brasileiros, o presidente da república e seu vice, ministros de estado, generais de estado e de altas patentes, e outras autoridades máximas do estado. Estes homens de poder foram saudar e tirar o avatar que nascera naquela cidade precária. Sua luz fora vista ao descer no Brasil.

Um ser das altas esferas celestiais, no mesmo dia, que pousou estas aeronaves na minha cidade natal me visitou. Ele me disse – eis que venho do altíssimo (….). Os governantes deste país vieram (…..), porque a natureza põe a todos no seu lugar. Qual a sua decisão? perguntou o Ser, então respondi – (…….), por isto estou firme no dharma. O Ente então disse, – faça conforme te digo e um véu cairá sobre os olhos deles (….).

As grandes autoridades, ficaram confusas, se perguntavam, onde está a grande luz daquela estrela que desceu neste lugar? Os mais importantes voltaram para sua origem, e deixaram alguns para procurar pelo avatar. Então, por fim, pediram segredo as autoridades locais e depois partiram.

É fato que os budas não se abalam com sua condição neste mundo, o dharma é seu foco.

Foi assim que aconteceu com o hebreu, após vencer os perigos mortais do isolamento, uma montanha sagrada chamou o homem. Lá ele se iluminou completa e perfeitamente, reconhecendo o seu dharma e então retornou ao Egito.

É uma verdade que, por mais que forças contrárias, magias e tramas, impeçam o homem de uma vida harmoniosa neste mundo, o dharma por seu poder misterioso, sempre o coloca no seu caminho, independente das circunstâncias e ações.

O hebreu voltou ao Egito, com autoridade de um avatar, provocou crises sociais e políticas, confusões morais, legais e no discernimento da elite, usou as forças cegas da natureza, provocando grandes catástrofes, destruições ambientais e culturais daquela civilização atlante, expulsou as forças concordantes, evocou as forças discordantes, etc.

A situação calamitosa chegou ao limite de que toda sociedade podia suportar, aqueles que antes se fartavam com as facilidades dos serviços dos daquela gente impotente, agora se ajoelhavam implorando ao seu faraó sacrado que expulsasse urgente aquela gente de suas vidas.

Então, retirou o povo hebreu do domínio da civilização atlante para construir uma nova nação. Como há de ser, a salvação nunca é para todos. No meio do povo hebreu havia gente que discordava do programa divino de libertação do povo. Pois os hebreus gozavam de boa posição servindo nas casas egípcias e aos interesses daquela grande civilização. Os atlantes eram belos, sábios e poderosos, ricos e inteligentes.

Assim como hoje, naquela época, estar a serviço de sábios, santos e magos era considerado grande honra, mesmo se fosse numa condição subserviente e desonrosa, mesmo se as migalhas de conhecimento proveniente destes iniciados não lhe acrescentassem nada. O hebreu afastou estas pessoas deste privilégio e de outros, tais como de viver numa cidade luz espiritualmente.

Por causa disso, o ódio contra o hebreu se fortificou. Ele não se tornou rei dos hebreus no Egito conforme foi intepretado pelos profetas do passado. Ele sequer conheceu a terra de suas visões e utopias.

Posfácio

A vida se manifesta em ciclos, onde tudo se repete, trazendo de volta os mesmos contextos e entidades nas mais diversificadas formas de ser, mas sempre com a mesma essência.

Na roda da vida que se repete de onde tudo terminou, mais tarde, o hebreu nasceu de novo tornando-se o rei dos judeus, conforme estava escrito. Mas ele não foi um rei unanimemente amado pelo seu povo.

Noutra ocasião, o hebreu voltou a nascer de novo, e após ser assassinado por causa das traições e armadilhas, um homem sábio, contraditoriamente escreveu numa tábua – “Rei dos Judeus”, para que as pessoas compreendessem as razões de ser de certos eventos e fatos.

Após a queda do egito, os árabes conquistaram os atlantes e tomaram as suas cidades.

Continua noutro artigo.

Misteriosamente, o Amor
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