Balança galera mexendo o pompom
Eles querem acelerar o processo e destruir o mundo. São como gafanhotos africanos, por onde passam deixam um rastro de devastação e desolação.
O dito popular simplório e inocente à s vezes revela verdades macabras. Uma frase destas, comum no contidiano da TV brasileira e caiu no gosto popular é – “O jardineiro é jesus e as árvores somos nós“, eu preferia que tais frases fossem em tons mais soturnos e mais diretas, tal como – “O gafanhoto é * e as ervas são os tolos“.
A terra vai sacudir e vai fazer isto de froma muito intensa, porque a “galera” quer festa para balançar o pompom e acha que pode pagar o preço para ver a força descer até o limite.
A força pilar central que sustenta a vida, também sustenta o mundo e o universo inteiro. Quando se muda o curso natural da força, muda-se o curso natural de tudo. Eles conhecem este mistério e como experientes “boiadeiros”, sabem bem como estourar a boiada humana na direção dos seus objetivos.
As bandeiras se levantam no colorido infernal, a fila engrossa e o governo endossa. O mundo vai acabar e todo mundo não quer outra coisa a não ser gozar.
Eu falei, alertei, esbravejei, gritei, chorei, rezei, cansei, sentei e agora deitei. Vou assistir de uma espinhenta poltrona, na tela da Tv, o resultado do desdém, a festa do balanço e os confetes caindo no carnaval da dor.





